.

.

7 de out. de 2013

Zine - Tocando o Terror


Esse é um zine feito coletivamente antes dos levantes no Brasil e que temos distribuído mais de forma impressa, mas que agora estamos circulando na internet. Apesar de partir de outro diagnóstico, ele contribui para pensar o controle social”, explica os realizadores do zine “Tocando o terror”, de oito páginas, que já está disponível para consulta e download (links abaixo).

Para imprimir em versão PDF:


Para ler no computador:


Notícia relacionada:

Jornal Anarquista A-Info

Clique na imagem e faça o download da edição 025 do Jornal A-Info

29 de set. de 2013

Ação Rock Social em Maringá-PR



Vídeo produzido pela Eleva Audiovisual
www.youtube.com/elevaaudiovisual

7 de set. de 2013

Nasce o Ateneu Libertário de Carabanchel (Espanha)

Comunicado:

Com o presente comunicado, a assembleia do Ateneu Libertário de Carabanchel quer tornar pública a liberação de todo o imóvel que okupamos há duas semanas na Rua Valentín Llaguno, 32, ao lado de uma das principais vias do bairro de Carabanchel, a Rua General Ricardos, no metrô de Oporto.

O objetivo que almejamos com esta okupação é dotar o bairro de um local especificamente anarquista, concretamente um projeto de Ateneu Libertário que sirva como impulso e difusor de diferentes projetos libertários no bairro e em toda Madri. A difusão das ideias e cultura libertária no bairro terá um novo referencial. O projeto, é impulsionado pelas Juventudes Libertárias de Madri (FIJL) e o Grupo Anarquista Heliogábalo, coletivos que aderiram a este novo ateneu libertário desde sua gestação há meses.

O funcionamento do Ateneu, às custas de concretizar o projeto e habilitar definitivamente o espaço, será como não pode ser de outra maneira, tratando-se de uma iniciativa anarquista, de funcionamento horizontal e assembleário, sem necessidade de líderes nem estruturas hierárquicas de nenhum tipo, partindo da igualdade de todos os seus membros e projetos afins participantes.

Após avaliar as diferentes opções possíveis a fim de concretizar o projeto de Ateneu, nos decidimos pela okupação por supor essa via, uma forma de questionar um dos principais pilares da apodrecida sociedade estatal-capitalista: a propriedade privada. Não reconhecemos a ninguém o poder de apropriar-se dos bens básicos na vida das pessoas, como a alimentação, a moradia ou a cultura, entre outros e colocar-lhes preços com o fim de obter lucros ou obrigando as pessoas a vender sua força de trabalho para poder suprir suas necessidades básicas através do jugo do trabalho assalariado para enriquecer uma minoria parasita. Por isso temos okupado. Porque consideramos a propriedade privada um roubo à humanidade, protegido e propiciado pelo Estado.

Nós entendemos que a okupação não é por si mesma revolucionária, nem deve converter-se em um gueto estético, nem ser um lugar onde se está em festa. Depende do caráter político que lhe queremos dar. Não mendigaremos nada ao Estado porque não o reconhecemos mais que como instituição repressora, nem queremos receber ajuda externa a nós mesmos ou a solidariedade em pé de igualdade entre companheiros e companheiras. É um projeto anarquista que utiliza a okupação como meio, não como fim em si mesma, pois a nossa finalidade é acabar para sempre mediante a revolução social com a sociedade do Capital e o Estado que oprime e subjuga as pessoas em todo o mundo.

O marco geográfico em que pretendemos que cresça este Ateneu, se situa em um histórico bairro operário madrilenho, como é Carabanchel, com um importante contexto histórico nas lutas sociais. Portanto, não é alheio aos processos especulativos de imobiliárias e proprietários que pretendem fazer os bairros operários em Madri, bairros mortos, sem vida nem relações sociais que não estejam mediatizadas pelo dinheiro e o consumo. Os bairros operários sofrem de altos preços para rechaçar aos setores da população que não tenham um alto perfil de consumo, expulsando-os para a periferia. Este processo é orquestrado pelo Estado com um aumento da repressão e a presença de mercenários policiais, restrições ao uso comum do espaço público, eliminação de elementos que façam parte da memória coletiva (como a prisão de Carabanchel, símbolo do aparato repressivo do Estado franquista)... etc. Vemos como vital a proliferação de espaços sociais, onde estabelecer relações baseadas na liberdade e igualdade. Espaços arrebatados dos especuladores e do Estado, como ferramenta de luta para frear estes processos especulativos, que incentivem a aparição de consciência revolucionária mediante a ação direta dos próprios afetados e oprimidos, sem intermediários nem delegação a ninguém (juízes, políticos, polícia, partidos políticos, burocracias sindicais, etc).

Esperamos que nosso projeto, ainda que humilde, sirva para dar fôlego às ideias anarquistas de liberdade, justiça, solidariedade, apoio mútuo, ação direta e autogestão em um mundo assolado pelos valores autoritários: o egoísmo, a inveja, o sexismo, o nacionalismo, a homofobia, o racismo, a xenofobia... No marco de um contexto social, político e econômico de ofensiva do Capital contra os oprimidos e explorados do planeta, mas também onde os brotos da revolta e a raiva florescem pelo mundo (Grécia, Turquia, Brasil, diversos países árabes...), esperamos contribuir com nosso projeto ao germe da revolta, a rebeldia e a insurreição em molde anarquista, contra toda forma de autoridade.

Fazemos um chamado a todo aquele solidário ou solidária que se mantenha alerta a fim de evitar um possível desalojo expresso deste novo espaço liberado. Enquanto limpamos e habilitamos o lugar, ficará aberto ao público e começará a ter vida com constantes atividades culturais e como lugar de referência para diferentes projetos anarquistas. Até então, agradecemos toda mostra de solidariedade com muita ajuda e coisas que vamos necessitar. Viva a anarquia.

Auto-organização, solidariedade e ação direta!

Ateneu Libertário de Carabanchel

FIJL Madrid

Grupo Heliogábalo





Fonte: ANA - Agencia de Noticias Anarquistas



27 de ago. de 2013

SEXTA ROCK no Tribos Bar





Bem-vindo a cena autoral de Maringá! Nesta noite você vai conferir 4 bandas autorais de estilos diferentes.


Entre na página da galera aí e procure no Youtube. Só sonzeira!

Vamos apoiar a cena que está mais quente do que nunca. Pro pessoal que cola pra curtir e pro pessoal de outras bandas também! Chega junto...

DATA: 20.Setembro - Sexta-feira
Local: Tribo's Bar
Entrada: R$20

EM BREVE MAIS INFOS!!

23 de ago. de 2013

Cozinha do Rock #5 - Charme Chulo - Penne ao Molho de Tomate



Após um período em jejum, o Cozinha do Rock retorna apresentando a banda Charme Chulo, de Curitiba/PR, cozinhando um delicioso Penne ao Molho de Tomate e comentando sobre o início da banda, a mudança para São Paulo e a gravação de um terceiro álbum do grupo.

5 de ago. de 2013

IV Feira Anarquista de São Paulo


Mais informações no site:
http://feiranarquistasp.wordpress.com/

Marque sua presença no facebook!
https://www.facebook.com/events/587200681311497/

Entre em contato:
feiraanarquista@gmail.com

Curta a página:
https://www.facebook.com/feiranarquistasp

15 de jul. de 2013

Senso Incomum IV - Petrópolis Inc

Sábado (20) e Domingo (21), acontece a quarta edição do Festival SENSO INCOMUM

Produzido pela PETROPOLIS INC (www.petropolis-inc.blogspot.com) o festival já contou com centenas de artistas em suas três edições.
No Senso Incomum IV serão 10 bandas e dezenas de artistas entre, ilustradores, fotógrafos, grafiteiros, poetas, filmmakers, realizando exposições e artes ao vivo.

As primeiras edições...






Para a edição número IV:


Mais informações
www.petropolis-inc.blogspot.com

7 de jul. de 2013

2 de jul. de 2013

Imprensa Anarquista cubana ressurge depois de 52 anos de censura.


"Tierra Nueva!" por que nos sentimos herdeiros do grupo libertário que editou durante 22 anos o semanário "Tierra!". No início do século passado.

Esta publicação nasce para contribuir com a conexão de indivíduos e coletivos que vivem no cotidiano relações livres, prazerosas, solidárias... que fazem parte de um espírito anarquista selvagem e espontâneo.

Acreditamos que é possível uma sociedade sem mediação, sem espetáculo, sem miséria, sem autoridade, sem leis exceto as que escolhemos, sem discriminação, sem simulação, sem opressão, sem servidão.

Não temos nada contra a utopia, nada mais longe da verdade, porém sabemos que é muito mais utópico pensar em um futuro "estado de bem estar" que em uma sociedade desenvolvida por nós mesmos nos tempos que virão.

Para os que crêem que queremos viver em desordem, amamos o único tipo de ordem que não nasce das correntes da servidão, senão de nossa liberdade realizada: a única ordem que entendemos como natural e antagônica na desordem atual, imposta por tantas autoridades.

Como aspiramos a uma sociedade de indivíduos livres e plenamente realizados, como entendemos que os Estados garantem a continuidade do atual regime de exploração destes tempos modernos (a escravidão salarial), não podemos fazer menos que declararmo-nos seus inimigos. Assim, são convidados a colaborar todas as pessoas interessadas, EXCETO aquelas que de alguma maneira vivam do esforço do trabalho alheio.

Se bem as classes dominantes nos mantêm na inação, na confusão, na falta de solidariedade, no isolamento, a espera dos escolhidos que nos deem um futuro melhor, acreditamos que o principal culpado que não nos deixa viver bem aqui e agora, é a polícia que levamos quase todos internamente. Esta será uma vítima de nossos constantes ataques.

Rechaçamos todo tipo de participação política no jogo do poder, porque entendemos que o poder político não é uma ferramenta de transformação social, senão a via expressa com que a classe dominante faz sua vontade, utilizando a armação do Estado, seu exército, polícia, juízes e carrascos. Não queremos legislar o funcionamento de tais instituições, senão eliminá-las! Queremos viver de maneira diferente ao que propõem os partidos de esquerda, centro e direita, ou intermediários dentro ou fora do país.

Não pretendemos erigirmos porta vozes de ninguém, exceto de nós mesmos e dos que se nos unam no caminho. Não esperamos nada do Estado, porém duvidamos em utilizar o que nos tem tirado. Dadas as dificuldades, esta publicação saíra sempre que possível“.

Com a publicação deste periódico, nossos companheiros cubanos sofrem grandes riscos, se expõem a anos de prisão, segundo a lei cubana, que proíbe a publicação livre. Por isso, a solidariedade política internacional é importante, para prevenir a repressão e a obstrução dos serviços de espionagem e segurança do Estado, que certamente estão atentos às atividades de nossos companheiros.

O renascimento de um movimento libertário em Cuba, com a existência de um Fórum Social próprio, são elementos chaves para levar a cabo um amplo trabalho de sensibilização. Porém o desenvolvimento das correntes libertárias e das correntes críticas autogestionárias, federalistas e ecologistas, necessitam de meios materiais que são difíceis de encontrar na ilha. Daí a importância da ajuda externa, inclusive por que se trata de uma ação delicada, porque a ajuda internacional aos movimentos de oposição são consideradas pelo governo como um financiamento do "império" para a contra-revolução.

Lembramos que a Internacional de Federações Anarquistas (IFA) e o Grupo de Apoio dos Libertários e Sindicalistas Independentes em Cuba (GALSIC) lançaram uma campanha internacional de solidariedade com os libertários cubanos. Para enviar o material (livros, revistas, CD, DVD, etc.), comunique-se com o GALSIC através do e-mail:  cubalibertaria@gmail.com.

Para apoiar a oficina dos compas libertários em Havana, você pode enviar sua ajuda financeira a um fundo de apoio permanente que está a cargo da Internacional de Federações Anarquistas.

Envie seus donativos à IFA:

Société d'Entraide libertaire (SEL) c/o CESL, BP 121, 25014 Besançon cedex, França (cheques a ordem de SEL, escrevendo "Cuba" no verso).

Daniel Pinós (integrante do GALSIC).

Tradução > Sol de Abril