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17 de jul. de 2008

[SOM] Duhmall


DUHMALL mistura Metal, dub e música eletrônica. Um som bem piscodélico e experimental.
Formada por:
Malown- Baixo
Anjinho- DJ, efeitos e Samplers
Cameron- Bateria
Samir Bretas- Guitarra

4 de jul. de 2008

[VÍDEO] Skate Maringá

Vídeo produzido na Inauguração da Pista de Skate ao lado do Estádio Willie Davids, em Maringá-PR:

Para ver:


http://www.youtube.com/watch?v=8bvuWEPZsJg

Produção: Eletrons Bean Records
Edição: Bruno dos Santos e Digu Hang
Cinegrafistas: Bruno dos Santos, Digu Hang e Nelson Junior
Programas utilizados: Adobe Premiere, Adobe Photoshop, Adobe after Effects

3 de jul. de 2008

[VÍDEO] "O Idiota"

Vídeo em stopmotion com fotografias de ilustrações do artista Alex Badaró inspiradas nos "Versos Íntimos" do livro Eu de Augusto dos Anjos.

Trilha Sonora: Música "Ação e Reação"

Banda: Dedo Amarelo

Edição a 4 mãos:
Alex Badaró
Guilherme Mellic
Paula Velloso
Tainá Novellino

Para ver:


http://br.youtube.com/watch?v=j0SRQfgQFCM

19 de jun. de 2008

[AÇÃO] OUA - Organização da Unidade Africana (Parte 2)


40 anos não foram o suficiente para a OUA evitar os conflitos nem efetivar o desenvolvimento na região. Talvez por não punir os responsáveis, ao contrário da Commonwealth ou da ONU.
No entanto, ao manter esse espírito de
consenso e a tradição de uma presidência rotativa, decidida em cimeiras anuais regulares, a OUA conseguiu manter a imagem de unidade e de vontade de progresso que lhe rendeu apoio de varios blocos econômicos e políticos.
A OUA teve um importante papel na descolonização da África, não só pressionando a comunidade mas apoiando os movimentos de libertação, através do Comité Coordenador da Libertação da África.
A OUA teve sucesso também, na luta contra o "apartheid"
, conseguindo que aquele regime fosse internacionalmente considerado “crime contra a Humanidade” na Conferência de Teerão em 1968

18 de jun. de 2008

[AÇÃO] OUA - Organização da Unidade Africana (Parte 1)

OUA - Organização da Unidade Africana


A Organização da Unidade Africana (OUA) foi criada a 25 de maio de 1963 em Addis Ababa, Etiópis , por iniciativa do Imperador etíope Haile Selassie através da assinatura da sua Constituição por representantes de 32 governos de países africanos independentes. A OUA foi substituída pela União Africana a 9 de Julho de 2002.





Os objectivos da OUA, expressos na sua Constituição eram:

  • Promover a unidade e solidariedade entre os estados africanos;
  • Coordenar e intensificar a cooperação entre os estados africanos, no sentido de atingir uma vida melhor para os povos de África;
  • Defender a soberania, integridade territorial e independência dos estados africanos;
  • Erradicar todas as formas de colonialismo da África;
  • Promover a cooperação internacional, respeitando a Carta das Nações Unidas e a Declaração Universal dos Diretos Humanos
  • Coordenar e harmonizar as políticas dos estados membros nas esferas política, diplomática, económica, educacional, cultural, da saúde, bem estar, ciência, técnica e de defesa.



Breve a Parte 2...

3 de jun. de 2008

[MATÉRIA] 27 anos da morte de Bob Marley

Pra quem curte o som do profetizador das palavras de Jah, Bob Marley, to postando um bloco com uma matéria que editei sobre os 27 anos da morte dele, para o Programa Credencial da Jany Lima, da Rede Massa-SBT no Paraná.



http://www.youtube.com/watch?v=jUFNCKHpGGk


Pra conhecer mais o Programa Credencial:
www.programacredencial.com.br

28 de mai. de 2008

[VÍDEOS] Happy Rap na Rede MAssa - SBT

No último dia 17/05/2008 a vinheta produzida pela Eletrons Bean Records por Brunos dos Santos e Digu Hang, ganhou sua primeira veículação em Televisão.
Foi no Programa Credencial, da apresentadora Jany Lima. O Credencial é um programa paranaense que é veículado no SBT para 60% do estado do Paraná.

A edição do programa é feita pelo Digu Hang que também faz parte da Arte e Rua Vídeos e da eletrons Bean Records e as imagens por Bruno dos Santos que manda ver na Truta Music Rock e Eletrons Bean Records como trabalho independente.

Para ver a vinheta "Happy Rap" no Programa Credencial:
http://www.youtube.com/watch?v=mhdKlowgUs4

Para conhecer mais o programa:
www.programacredencial.com.br

8 de mai. de 2008

[MATÉRIA] As lentes da mídia ocidental

Os valores cultivados pela desinformação da mídia

A mídia ocidental colaborou diretamente na criação do mito de que
qualquer coisa árabe ou islâmica é anti-Ocidente, principalmente
com relação aos Estados Unidos e seus aliados. Mas qual é a base
dessa campanha de desinformação?

As lentes da mídia ocidental
A mídia ocidental colaborou diretamente na criação do mito,
baseado em falsas presunções, de que qualquer coisa árabe ou
islâmica é anti-Ocidente, principalmente com relação aos Estados
Unidos e seus mais próximos aliados na “guerra contra o
terrorismo”. Existem, porém, dois fatores que não podem ser
ignorados com relação à maneira que a mídia ocidental constrói tais
valores: a proliferação de uma visão parcial e ignorante quantos aos
árabes e muçulmanos, unido a uma campanha de desinformação
quanto à política externa de certas nações.
É fato que a mídia tem o poder de criar estereótipos e influenciar o
juízo público e suas opiniões. Isso acontece em qualquer caso em
que exista uma mídia corporativa, seja no chamado “Ocidente” ou
não – com exceção de países como os Estados Unidos, que
exaltam o valor da “liberdade individual”, e representam um caso à
parte. A mais recente pesquisa publicada pela conceituada revista
The Economist, intitulada “Communications Outlook” (algo como
“Panorama da Comunicação”), analisou a audiência média diária de
televisão em 18 países. Obviamente, os Estados Unidos lideraram a
tabela, com média diária de 8 horas e 11 minutos por pessoa – um
choque, ao se considerar que o segundo colocado, a Turquia,
atingiu pouco menos de 5 horas diárias. O Brasil, por exemplo,
mesmo com a forte cultura das telenovelas, ficou pouco acima das 2
horas diárias por pessoa. Com esses dados, e reconhecendo o
poder natural da mídia, fica claro que a massiva campanha de
desinformação da mídia estadunidense representa um perigo
global.
Dessa forma, ao insistir em uma visão dos árabes e muçulmanos
como violentos e anti-estadunidenses, a mídia ocidental conseguiu,
sem muita dificuldade, criar fortes estereótipos e, ao mesmo tempo,
ignorar as causas do ressentimento desses povos. Um exemplo
habitual dessa campanha ocidental acontece com a guerra no
Iraque – ao cobrir os casos de violência como os carros-bomba, o
Islam é sempre apresentado para contextualizar o “fanatismo” e o
“barbarismo”. São nesses casos que a mídia ocidental ignora
abertamente os seus direitos e deveres, e passa a alienar ao invés
de informar, de criar julgamentos ao invés de explicar.
Com o declínio do imperialismo no início do século XX, a atitude do
mundo muçulmano mudou. As pessoas se voltaram para a religião
em uma forma de se opor às políticas do Ocidente que seus
governos haviam sido forçados a implementar por tanto tempo.
Logicamente, os governos que continuaram a apoiar tais políticas
favoráveis às potências colonizadoras foram vistos como aliados
dessas forças, responsáveis por colocar os interesses de poderes
externos sobre os de seus próprios povos – um reflexo do inimigo
dentro do próprio país.
Portanto, o ressentimento do mundo
muçulmano com o Ocidente nasceu de um histórico de imperialismo
em conjunto com políticas atuais claramente injustas e opressoras.
Mas a influência da mídia ocidental aponta somente para as
diferenças de cultura (como a religião), e ignora questões vitais,
como as previamente citadas, para explicar as causas da tensão e
agressividade contra o Ocidente no mundo muçulmano. Agora
considere isso com uma nação que assiste, em média, 8 horas de
televisão diariamente – qual o resultado?

Oriente Médio Vivo
Humam al-Hamzah
Zaid Muhammad
Yusef al-Majid

Quer ler a Matéria completa:
http://orientemediovivo.com.br/pdfs/edicao_94.pdf

Fonte: Jornal Oriente Médio vivo - Edição - 94