Quais seriam as causas de medida tão inesperada?
15 de nov. de 2007
[AÇÃO] Colonia Cecília - Uma experiência anarquista no Brasil (PARTE 1)
11 de nov. de 2007
[NEWS] Tropa de elite
bando de imbecis covardes que a imprensa fascista estuma e protege.
cumprir sua missão:
Assassinar criança pobre,
com tiro no coração!"
A criança pobre Jorge Cauã Lacerda, de apenas 4 anos, moradora na Favela da Coréia, em Senador Camará, zona oeste do Rio, é uma das mais recentes vitimas da barbárie instalada no Brasil e da ação de extermínio de pobres perpetrada pelas forças policiais assassinas e covardes. Jorge Cauã teve o coração varado por bala disparada por policiais, por volta das 11 horas do dia 17/10, quando policiais atiravam contra supostos traficantes que se escondiam dentro de um barraco ao lado onde ele morava. As balas de fuzis atravessaram as paredes e destruíram todos móveis da casa onde estavam Cauã, sua mãe e um bebê de 9 meses. Outros dez moradores da favela também foram assassinados.
Como denuncia a Justiça Global, a OAB-RJ e mais de 30 entidades democráticas, há 10 meses a população do Rio de Janeiro vem assistindo a repetidas execuções sumárias de supostos traficantes. As ações da policia têm provocado medo e terror nas comunidades, impedido o funcionamento de escolas públicas e fechado o comércio local assim como aconteceu no Complexo do Alemão. No dia 27 de Junho de 2007, uma megaoperação nesta comunidade deixou 19 mortos. Desde então, em várias comunidades no Rio, mais de 100 pessoas foram assassinadas durante incursões policiais.
As cenas exibidas pela televisão confirmam que o foco principal da polícia é a execução: dois rapazes, supostamente traficantes, foram perseguidos por helicópteros, alvejados e mortos diante das câmeras. A polícia do Rio insiste em ter como critério de eficiência o alto índice de mortes.
Essa barbaridade policial é o cotidiano vivido pelos pobres nas favelas e periferias e que o noticiário da imprensa e filmes, como tropa de elite, buscam criar o caldo de cultura fascista para legitimar e justificar a matança desenfreada. Os policiais invadem as localidades pobres, inclusive com uso de carros blindados e helicópteros, disparando armas de guerra, sem se importar em quem vai atingir; afinal ali só tem pobres; não têm nenhum marginal rico, políticos corruptos, governantes fascistas, senadores devassos, deputados mensalão, banqueiros, latifundiários, grandes empresários, etc., de quem essa tropa de covardes recebe ordens e é a principal base de sustentação! A imprensa fascista usa de todos os subterfúgios para justificar a política do governo de criminalização da pobreza e as chacinas perpetradas pelo aparato repressivo.
Prova do adestramento dessa imprensa é o denominado Curso de Segurança para Áreas Hostis, realizado no Rio de Janeiro, dos dias 15 a 20 de outubro e ministrado por um mercenário que vem do Afeganistão, onde trabalha para a TOR (sigla em inglês de Treinamento de Recursos em Operações), empresa de segurança inglesa especializada em treinar assassinos profissionais que atuam em áreas conflagradas por conflitos armados no mundo (diga-se, países invadidos e agredidos pelo imperialismo, com suas populações submetidas a todo tipo de atrocidades)
É um governador fascista desse tipo e mandante de assassinatos de pobres que o bobo da corte, o gerente Luiz Inácio, considera como grande aliado! Se houvesse democracia e justiça nesse país, esse governador e o secretário de segurança fascistas, teriam que ser imediatamente exonerados e presos e feita uma rigorosa investigação das circunstâncias de todas as mortes ocorridas na Favela da Coréia e a rigorosa punição dos outros culpados. Mas como acontece com as constantes chacinas de pobres ocorridas no país, persiste a impunidade e covis de bandidos como o governo do Rio, o Congresso Nacional de corruptos, mensaleiros e sangue-sugas, etc., seguem impunes.
29 de out. de 2007
28 de out. de 2007
[AÇÃO] Campanha pelo fim do Senado
O Congresso Nacional, com seus 81 senadores e 513 deputados federais, tem um orçamento de 6 bilhões para 2007, gastando R$ 11.545,04 por minuto. Cada deputado federal custa R$ 6,6 milhões por ano, enquanto cada senador custa cinco vezes mais, R$ 33,1 milhões por ano. Declaramos guerra à corrupção institucionalizada e nosso primeiro alvo é o Senado Federal, que se tornou um apetrecho político desnecessário para o Brasil. VAMOS COMEÇAR A LIMPEZA DIMINUINDO O TAMANHO DO LAMAÇAL?
(Sr. finado Senado)
Você também pode participar da comunidade no orkut, mandar um email para o seu senador preferido ou conferir a relação de escândalos políticos brasileiros dos últimos 30 anos.
[Fotografia] Colonia del Sacramento - Uruguay

A cena foi fotografada 1 dia antes de começar o ano de 2007.
Local: Colonia del Sacramento - Uruguay
As águas da fotos, são do "Rio del Plata" que separa a Argentina do Uruguai, a comunicação entre os dois povos é feito por terra dando a volta no rio, ou através de uma balsa chamada "Buquebus".
O camping em Colonia del Sacramento custou o equivalente a R$3,00 a diária, e o camping em Tigre na Argentina custou aproximadamente R$15,00 + R$11,00 (balsa que leva ao camping). para chegar em Tigre há um trem no centro de Buenos Aires, que leva 45 minutos.
A balsa demora 15 minutos até o Camping, e o Buquebus demora cerca de 3 horas de Colonia até buenos Aires e custo aproximadamente R$60,00.
Galeón de Oro (Argentina)
Río Sarmiento 93 - Muelle Galeón de Oro, Delta de Tigre - Pcia. Buenos Aires
Website - http://www.elgaleondeoro.com.ar/
Escrito por
Digu
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Marcadores: Fotografia
23 de out. de 2007
[MÚSICA] Punkeca di Matu


20 de out. de 2007
11 de out. de 2007
[NEWS] Insane Street Dance

O grupo começou na quadra da Paróquia Santa clara em Petrópolis-RJ, junto com o projeto comunitário "Pró-jovem" criado pela comunidade do Bairro Valparaiso. Cerca de 70 alunos ocupavam a quadra e recebiam aulas semanais com o coreógrafo Digu Hang.
Após, o grupo passou a ensaiar a Escola de Música Santa Cecília, e no Centro de Cultura Raul de Leoni. Hoje os ensaios são na casa do coreógrafo.

Escrito por
Arte e Rua Coletivo
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Marcadores: Acervo Arte e Rua Plugado
7 de out. de 2007
[MATÉRIA] A escola é uma fábrica
O surgimento da sociedade burguesa moderna caracterizou-se pela total destruição das relações feudais e, ainda mais, pela crescente “economização” da vida. Como na sociedade burguesa o que interessa é o lucro, foi necessário o aumento da acumulação de capital pela burguesia, bem como o surgimento de uma classe que não possuísse nada além de sua força de trabalho (o proletariado). Este processo tem seu início na expropriação de terras dos camponeses ingleses, durante o “cercamento”, e continua com o disciplinamento desses novos despossuídos para o trabalho forçado. E é para este segundo aspecto que queremos voltar nossa atenção, especialmente para o papel fundamental das instituições disciplinares neste processo, e, assim, como as disciplinas (diversos métodos e técnicas para treinar o corpo à obediência) foram utilizados para a obtenção do máximo de utilidade.
O trabalho do camponês no feudo
Primeiramente, foi necessário criar um espaço disciplinar “heterogêneo a todos os outros e fechados em si mesmo”, onde possa atrapalhar a atividade produtiva. Foi assim com a organização do espaço disciplinar nas escolas, nos hospitais, nas fábricas e instituições militares: a utilização dos espaços nas fábricas não são para melhorar as condições de trabalho dos operários, mas sim para a obtenção do máximo de produtividade, sem deixar de atender à constante vigilância hierárquica; portanto, vem primeiro a disposição das máquinas, depois daqueles que as utilizam. Da mesma forma nas instituições militares criaram-se espaços a serem ocupados pelos recrutas, soldados, cabos, sargentos, etc., segundo o posto hierárquico adquirido após as diversas fases disciplinares. O espaço hospitalar constituiu-se num lugar constante de vigilância e controle sobre os pacientes. As escolas não fogem dessa lógica, de utilização das disciplinas para a obediência e a produção.
Falando de disciplina, podemos dizer que é na escola onde tudo se inicia. Basta olharmos com um pouco de atenção que logo reconhecemos as semelhanças desta com as demais instituições disciplinares: muros e pavilhões separam os “alunos” do mundo exterior e de todo e qualquer contato que possa desviar sua atenção do programa ali utilizado. Predomina uma vigilância hierárquica (professor x “aluno”, inspetor x “aluno”’, inspetor x professor; diretor x inspetor...), para que nem “alunos”, nem professores nem inspetores possam sair da “linha”. Em toda escola existe a “Turma A”, com os supostos “melhores”. Ora, a lógica é da produtividade e do controle: quanto mais homogênea é a turma, mais fácil identificar aqueles que perturbam a “ordem” e o bom andamento do “aprendizado”.
O professor japonês já foi acusado diversas vezes
de ter aplicado castigo corpotal aos seus alunos,
mas mesmo assim foi considerado um “superprofessor”
Nas salas de aula, organiza-se um espaço analítico: distribui-se cada indivíduo em um lugar e em cada lugar um indivíduo. O professor exerce o papel de regulador, controlando as comunicações, estabelecendo-as ou sancionando-as, contabilizando as presenças e ausências, classificando os alunos segundo seus “méritos”, habilidades e aptidões, vigiando o comportamento de cada indivíduo, podendo isolá-lo ou puni-lo caso o ache prejudicial ao processo de “aprendizado” do restante da turma.
Os horários são estabelecidos para a construção de um tempo integralmente produtivo. Horários de entrada, 15 minutos após os quais os portões são fechados e ninguém mais entra nem sai. Durante esse período toda a atenção deve estar direcionada às atividades ali desenvolvidas. No curto período de intervalo, os “alunos” estão livres para fazer o que bem entenderem, mas não longe do olhar atento do inspetor, e assim todo o tempo é regulado para anão perder a produtividade. É essa também a mesma lógica da organização arquitetônica do espaço, criado já com fins específicos da vigilância hierárquica e o controle social.
Fonte: Revista Contra a Corrente
Autores: André, Daniel, Digu, Edson, Emiliano
Ilana, José Roberto, Patrick, Rômulo, Tyrone



